Edited, memorised or added to reading list

on 01-May-2018 (Tue)

Do you want BuboFlash to help you learning these things? Click here to log in or create user.

First, deformation-driven grain refinement is limited by [...] and [...] ​​​​​​​ due to [...] ​​​​​​​; second, grain boundary sliding and hence [...] ​​​​​​​ occur when the grain size approaches several nanometers.

statusnot read reprioritisations
last reprioritisation on reading queue position [%]
started reading on finished reading on

pdf

cannot see any pdfs




First, at large strains the carbide phase dissolves via mechanical alloying, rendering the initially two-phase pearlite structure into a carbon-supersaturated iron phase. This carbon-rich iron phase evolves into a columnar nanoscaled subgrain structure which topologically prevents grain boundary sliding. Second, Gibbs segregation of the supersaturated carbon to the iron subgrain boundaries reduces their interface energy, hence reducing the driving force for dynamic recovery and crystal coarsening. Thus, a stable cross-sectional subgrain size < 10 nm is achieved.

statusnot read reprioritisations
last reprioritisation on reading queue position [%]
started reading on finished reading on

pdf

cannot see any pdfs




Now summarise Chapter 1 Alan run out of bread because he put off going to the shops. He hadn’t been shopping because he get back late. The flight was late because it was held up. He was also late because his taxi broke down. He doesn’t have much luck with technology so he finds it’s easier just to give in. Anyway, he doesn’t care because he can show off his tan.

statusnot read reprioritisations
last reprioritisation on reading queue position [%]
started reading on finished reading on

pdf

cannot see any pdfs




#economia #mises
proibiu os pacientes de serem diretamente cobrados pelos serviços médicos fornecidos, o que levou, na prática, à socialização da medicina no país.

statusnot read reprioritisations
last reprioritisation on reading queue position [%]
started reading on finished reading on

Unknown title
#13; Já o Canada Health Act (Decreto de Saúde do Canadá), aprovado em 1984, estabeleceu cinco programas decisivos: administração pública, abrangência, universalidade, portabilidade e acessibilidade. Este ato, em efetivo, <span>proibiu os pacientes de serem diretamente cobrados pelos serviços médicos fornecidos, o que levou, na prática, à socialização da medicina no país. Ou seja, atualmente, no Canadá, o financiamento para a saúde advém dos impostos. Os hospitais são entidades privadas — ou seja, não são instituições públicas —, p




#economia #mises
o governo canadense tornou ilegal — ou seja, é crime — aos cidadãos pagar a agentes privados para receber serviços de saúde que o governo fracassou em fornecer.

statusnot read reprioritisations
last reprioritisation on reading queue position [%]
started reading on finished reading on

Unknown title
Após meio século do surgimento desta política, o governo ainda não honrou seu compromisso. Apesar do contínuo aumento dos gastos estatais com saúde, o desempenho dos serviços médicos no país cai a cada ano. O que é pior: <span>o governo tornou ilegal — ou seja, é crime — aos cidadãos pagar a agentes privados para receber serviços de saúde que o governo fracassou em fornecer. Esperando por um atendimento - até morrer De acordo com uma pesquisa do canadense Instituto Fraser, o tempo médio de espera para pacientes canad




#economia #mises

E este é o grande problema dos sistemas de saúde estatizados: é impossível fazer uma administração racional dos recursos.

De um lado, dado que o dinheiro advém de impostos e não da qualidade dos serviços ofertados, não há um sistema de lucros e prejuízos a ser seguido. Logo, não há racionalidade na administração. Com efeito, nem sequer é possível saber o que deve ser melhorado, o que está escasso e o que está em excesso. Não há como inovar ou se tornar mais eficiente.

De outro, quando algo passa a ser ofertado "gratuitamente", a quantidade efetivamente demandada sempre será maior que a ofertada. E aí escassez e racionamento tornam-se uma inevitável rotina.

Ou seja, a oferta, além de ser limitada, é ineficiente e irracional, pois não segue um sistema de preços. Já a demanda tende ao "infinito", pois o custo é zero.

statusnot read reprioritisations
last reprioritisation on reading queue position [%]
started reading on finished reading on

Unknown title
astante acurada. Não importa quanto seja aumentada a quantidade de dinheiro jogada no sistema de saúde estatal; no final, a administração burocratizada e sem concorrência irá simplesmente desperdiçar este dinheiro. <span>E este é o grande problema dos sistemas de saúde estatizados: é impossível fazer uma administração racional dos recursos. De um lado, dado que o dinheiro advém de impostos e não da qualidade dos serviços ofertados, não há um sistema de lucros e prejuízos a ser seguido. Logo, não há racionalidade na administração. Com efeito, nem sequer é possível saber o que deve ser melhorado, o que está escasso e o que está em excesso. Não há como inovar ou se tornar mais eficiente. De outro, quando algo passa a ser ofertado "gratuitamente", a quantidade efetivamente demandada sempre será maior que a ofertada. E aí escassez e racionamento tornam-se uma inevitável rotina. Ou seja, a oferta, além de ser limitada, é ineficiente e irracional, pois não segue um sistema de preços. Já a demanda tende ao "infinito", pois o custo é zero. Tem-se, assim, a tempestade perfeita. Como os recursos para a saúde são limitados e gerenciados de maneira burocrática, mas a demanda é crescente e "gratuita